A limitação que temos pela forma de currículo que nos são apresentadas, Santos
e Oliveira propõem que: "Aprender, para adultos, tem maior significado
quando são focadas habilidades e competências úteis para o seu dia-a-dia.
Busca-se uma aprendizagem transformadora; uma aprendizagem que tem como alvo os
problemas do mundo real e envolve projetos de relevância e interesse para o
estudante."
Ora se trabalhamos com um currículo que limita estas prerrogativas, o mínimo que poderíamos desejar seria uma flexibilização por parte da gestão e corpo pedagógico na escola sobre nossa forma de atuar em sala de aula.
Outra afirmação que nos chama a atenção é a de que: "Nesse sentido, tem o currículo papel fundamental na abertura de possibilidades que se voltem à construção de novas identidades, que afastem os estudantes de concepções que reproduzam a educação descontextualizada. É necessário compreender‐se o currículo como “espaço de lutas entre diferentes significados do indivíduo, do mundo e da sociedade, onde formam-se identidades que dividem a esfera social, ajudando a produzir, entre outras, determinadas identidades raciais, sexuais, nacionais."
Esta necessidade de formar o aluno de maneira ampla passa necessariamente pelo aproveitamento de todos os recursos disponíveis que o professor possa lançar mão , e os dispositivos móveis são parte , ou melhor são quase que a totalidade dos recursos que a tecnologia pode oferecer para a formação deste aluno , nos moldes que são preconizados no texto que nos disponibilizaram e em outros que nos podem servir de referência.
http://cead.ifes.edu.br/moodle/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=180504
Ora se trabalhamos com um currículo que limita estas prerrogativas, o mínimo que poderíamos desejar seria uma flexibilização por parte da gestão e corpo pedagógico na escola sobre nossa forma de atuar em sala de aula.
Outra afirmação que nos chama a atenção é a de que: "Nesse sentido, tem o currículo papel fundamental na abertura de possibilidades que se voltem à construção de novas identidades, que afastem os estudantes de concepções que reproduzam a educação descontextualizada. É necessário compreender‐se o currículo como “espaço de lutas entre diferentes significados do indivíduo, do mundo e da sociedade, onde formam-se identidades que dividem a esfera social, ajudando a produzir, entre outras, determinadas identidades raciais, sexuais, nacionais."
Esta necessidade de formar o aluno de maneira ampla passa necessariamente pelo aproveitamento de todos os recursos disponíveis que o professor possa lançar mão , e os dispositivos móveis são parte , ou melhor são quase que a totalidade dos recursos que a tecnologia pode oferecer para a formação deste aluno , nos moldes que são preconizados no texto que nos disponibilizaram e em outros que nos podem servir de referência.
http://cead.ifes.edu.br/moodle/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=180504
O uso destes dispositivos em sala de aula é uma realidade que não podemos ignorar, porém o acesso às novas tecnologias ainda é muito desigual e varia de região para região nas quais a realidade e o contexto social devem ser levados em conta. Na modalidade EJA , ainda vejo um outro fator que deve ser levado em consideração, que é a disparidade de saberes que o indivíduo trás para a sala de aula , onde o professor encontra alunos de faixas etárias bem diferenciadas e portanto com níveis de conhecimento acerca do uso de tecnologias bem diferentes, por isto volto ao seu comentário inicial de que a flexibilização do currículo será fundamental para trabalhar de forma produtiva com alunos da EJA.
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